
A banda escolhida é a X-Wife da cidade de Porto, que i

A cerveja selecionada é a Super Bock Abadia Rubi (cervejaria Unicer), uma ruiva ligeiramente

“On the Radio”, música que abre o disco, é o grande single do mesmo. O refrão é hipnótico, nos fazendo bater o pé no chão e chacoalhar a cabeça, controlando o ritmo com a levada das guitarras e do sintetizador. A apresentação visual da cerveja também é muito boa. O formato da garrafa chama muito a atenção, assim como a coloração cobre avermelhada, com creme bege claro de boa formação e média duração. Já o aroma é muito suave e não traz grandes percepções.
A segunda faixa"Summertime Death", traz à tona o som festivo do álbum. As guitarras novamente aparecem controlando as ações e elevando a energia da festa. Os riffs de “Headlights” também são fundamentais para a degustação completa do som. Enquanto isso, a bateria tradicional traz uma pitada disco, realçando a canção. O malte (caramelo) se sobressai sobre o lúpulo, redundando num sabor suave e um amargor médio/baixo.
“Black Tears” traz um rock mais contido, que de forma intrigante nos traz uma maneira nova de olhar o estilo dos X-Wife. A temperatura mais alta do que geralmente tomamos uma cerveja pilsen, também favorece uma nova percepção. Um sabor mais adocicado e uma maior percepção de álcool com baixo amargor.
“Heart Of The World” para mim é a música que melhor representa a banda. Sintetizador e bateria fazem uma parceria contundente, enquanto a guitarra renasce após o refrão para se fazer muito bem presente. O sabor maltado também aparece, deixando um aftertaste doce e levemente exagerado.
Já a música que mais me chamou a atenção foi “Good Times”. Guitarra sem distorção, vocal numa espécie de “falsete”, sintetizador presente mais uma vez e bateria leve. Sensacional para harmonizar com uma cerveja nova e diferente.
“Fantasma” é interessante se ouvida à meia luz ou no escuro. Seria uma boa trilha sonora para um filme de terror futurista. Sua porção mais eletrônica e seu canto final são uma ótima combinação. O teor alcoólico e malte reforçam o adocicado gosto residual e destacam a parceria.
Próxima do fim, “Fireworks” é muito boa. Parece um strokes com mais ginga. O som continua mergulhado numa mistura do final dos 70 com início dos 80, reforçado na faixa com uma bateria que preenche muito mais o som e lhe dá um toque mais analógico. A cerveja não possui alto drinkabillity, mas sugere uma boa oportunidade para degustação.
Como eles próprios dizem na última musica, "I've got nothing else to prove". Realmente não têm mesmo. Ótima harmonização e diversão!!!
Dicas e curiosidades:
* Deguste a "Super Bock Abadia Rubi" com temperatura do líquido entre 5 e 7 °C;
* O site da cervejaria é o http://www.superbock.pt/. Nele é possível ter informações sobre cinema, música e festivais, além de participar de promoções e conhecer os pratos que melhor harmonizam com as cervejas da fabricante.

* Ela patrocina o “Super Bock Super Rock”, um festival de música de Verão realizado anualmente em Portugal. Organizado desde 1995, é atualmente um dos mais importantes festivais de música do país.
* A cerveja em sua versão garrafa 330 ml custa aproximadamente R$ 6. Aos amigos de Pirassununga, informo que fiz a compra no supermercado Covabra. Aproveitem;
* O CD importado é encontrado na internet por aproximadamente R$ 50;

* O single “On The Radio” conta com a participação de Raquel Ralha dos WrayGunn.
* A banda tocou no “Super Bock Super Rock” em 2004 no palco secundário e em 2007 no palco principal;
* Suas músicas são todas compostas na língua inglesa.